- GESTÃO 2013 - Quem sabe faz agora!
terça-feira, 21 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Parnamirim pode ter greve geral de médicos
Movimento começou localizado em unidade, mas Sinmed defende ampliação
Foto:Fábio Cortez/DN/D.A Press
Os médicos da Maternidade Divino Amor, em Parnamirim, estão em greve desde ontem e a paralisação pode ter a adesão do restante da categoria que trabalha no município. Os profissionais estão reivindicando um aumento no valor do plantão de 12 horas há pelo menos 15 dias. Cerca de 30 médicos da unidade de saúde vêm inclusive ameaçando entregarem um pedido de demissão coletiva.
A última reunião entre a prefeitura e o Sindicato dos Médicos (Sinmed), para tratar sobre o assunto, ocorreu na quinta-feira da semana passada. Não houve o entendimento sobre a via de pagamento do reajuste.
Atualmente é pago R$ 600 pelo plantão de 12h e os médicos pedem um aumento de R$ 500, passando o valor para R$ 1.100. A Prefeitura já sinalizou com uma proposta de R$ 918, que também foi aceita pelos médicos. Porém, a Secretaria Municipal de Saúde informou que os profissionais deveriam abrir mão dos seus contratos de trabalho para receber esse valor através de uma cooperativa.
O presidente do Sinmed, Geraldo Ferreira, ressaltou que o sindicato pretende fazer com que os demais médicos do município também entrem no movimento grevista. Um assembleia, durante a noite de ontem, discutiu sobre a possibilidade de toda categoria, cerca de 250 médicos, pararem as atividades. Uma manifestação está marcada para hoje, às 11h, em frente à Divino Amor.
De acordo com Geraldo Ferreira, os 60 médicos da (obstetras e pediatras) da Divino Amor não aceitaram as condições propostas pelo município e paralisaram as atividades na maternidade. O sindicato garante que está mantendo a escala com 30% dos profissionais, como é exigido por lei. " A situação de Parnamirim é preocupante. O município precisa de 80 equipes do PSF (Programa Saúde da Família) e só tem 43. Dessas, 11 estão sem médico", aponta.
O secretário municipal de Saúde, Marciano Paisinho, diz que espera sensibilidade dos grevistas em relação à situação de limite prudencial do município. O titular da pasta afirmou que o reajuste não pode ser pago na folha dos contratados porque Parnamirim já ultrapassou o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. " O município já foi notificado pelo Tribunal de Contas porque passou do gasto máximo com folha de pessoal. Com isso, três secretarias foram fechadas", lembrou Paisinho.
O presidente do Sinmed, Geraldo Ferreira, ressaltou que o sindicato pretende fazer com que os demais médicos do município também entrem no movimento grevista. Um assembleia, durante a noite de ontem, discutiu sobre a possibilidade de toda categoria, cerca de 250 médicos, pararem as atividades. Uma manifestação está marcada para hoje, às 11h, em frente à Divino Amor.
De acordo com Geraldo Ferreira, os 60 médicos da (obstetras e pediatras) da Divino Amor não aceitaram as condições propostas pelo município e paralisaram as atividades na maternidade. O sindicato garante que está mantendo a escala com 30% dos profissionais, como é exigido por lei. " A situação de Parnamirim é preocupante. O município precisa de 80 equipes do PSF (Programa Saúde da Família) e só tem 43. Dessas, 11 estão sem médico", aponta.
O secretário municipal de Saúde, Marciano Paisinho, diz que espera sensibilidade dos grevistas em relação à situação de limite prudencial do município. O titular da pasta afirmou que o reajuste não pode ser pago na folha dos contratados porque Parnamirim já ultrapassou o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. " O município já foi notificado pelo Tribunal de Contas porque passou do gasto máximo com folha de pessoal. Com isso, três secretarias foram fechadas", lembrou Paisinho.
Fonte: Diário de Natal
sábado, 4 de junho de 2011
Cremern alerta sobre uso de medicamento contra dengue no RN
O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (Cremern) se pronunciou publicamente, através de uma coletiva para imprensa realizada na tarde desta quarta-feira (1), contra a nova lei municipal que determina a realização de estudos para o uso de medicação homeopática no combate e prevenção da dengue em Natal. A assessoria jurídica do Cremern está avaliando a melhor forma de contestar a nova Lei Nº 6.252, de 25 de maio de 2011.
O presidente do Cremern, Jeancarlo Cavalcante, abriu a entrevista chamando atenção para a preocupação do conselho diante da questão, já que a medicina não reconhece o combate e a prevenção da dengue através da homeopatia. De acordo com o presidente, os médicos alopatas não acreditam nesse tipo de tratamento.
Também participaram da coletiva, a convite do Cremern, o vice-presidente da Sociedade Norte-rio-grandense de Infectologia, Hênio Lacerda, e Munir Massud, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Para Hênio Lacerda: “O combate e a prevenção da dengue nunca foram abordados em nenhum congresso de medicina. Pesquisadores nunca citaram a homeopatia como meio de minimizar os males da doença. Não existe metodologia científica para o uso de medicamentos homeopáticos. O tratamento da dengue é através de hidratação. Não há na literatura médica medicamentos para evitar a Dengue”, declarou. Ainda, segundo Hênio Lacerda, a Sociedade de Infectologia reprova, e não recomenda, o medicamento homeopático até que se tenha uma comprovação do resultado”. O infectologista também disse que as discussões municipais sobre o tratamento da doença não vêm sendo questionada junto ao órgão. Para Munir Massud, fazer uma pesquisa para uso de um medicamento em meio a uma epidemia é uma temeridade.
Durante a coletiva, os médicos apresentaram o exemplo do que aconteceu na cidade de São José do Rio Preto, no estado de São Paulo, onde o medicamento homeopático que passou a ser usado para o combate a dengue foi retirado das farmácias por não ter evidências de resultados clínicos.
O presidente do Cremern, Jeancarlo Cavalcante, abriu a entrevista chamando atenção para a preocupação do conselho diante da questão, já que a medicina não reconhece o combate e a prevenção da dengue através da homeopatia. De acordo com o presidente, os médicos alopatas não acreditam nesse tipo de tratamento.
Também participaram da coletiva, a convite do Cremern, o vice-presidente da Sociedade Norte-rio-grandense de Infectologia, Hênio Lacerda, e Munir Massud, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Para Hênio Lacerda: “O combate e a prevenção da dengue nunca foram abordados em nenhum congresso de medicina. Pesquisadores nunca citaram a homeopatia como meio de minimizar os males da doença. Não existe metodologia científica para o uso de medicamentos homeopáticos. O tratamento da dengue é através de hidratação. Não há na literatura médica medicamentos para evitar a Dengue”, declarou. Ainda, segundo Hênio Lacerda, a Sociedade de Infectologia reprova, e não recomenda, o medicamento homeopático até que se tenha uma comprovação do resultado”. O infectologista também disse que as discussões municipais sobre o tratamento da doença não vêm sendo questionada junto ao órgão. Para Munir Massud, fazer uma pesquisa para uso de um medicamento em meio a uma epidemia é uma temeridade.
Durante a coletiva, os médicos apresentaram o exemplo do que aconteceu na cidade de São José do Rio Preto, no estado de São Paulo, onde o medicamento homeopático que passou a ser usado para o combate a dengue foi retirado das farmácias por não ter evidências de resultados clínicos.
Fonte: Cremern
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Médicos de Parnamirim apresentam proposta de demissão coletiva
Os médicos do município de Parnamirim se reúnem hoje, no sinmed, às 19h, para analisar a resposta dada pela prefeitura do município às reivindicações apresentadas pela categoria.
O Sinmed tem mediado no último mês uma série de reuniões entre a Secretaria de Saúde de Parnamirim e os médicos da região. Dentre os 10 pontos da pauta de reivindicações enviada ao Secretário Municipal de Parnamirim, Marciano Paisinho, no último dia 06/05, está o reajuste do plantão no valor de R$1000,00, realização de concurso público e melhoria da infraestrutura.
No ofício enviado pela SMS de Parnamirim ao Sinmed, no dia 20/05, os únicos fatos concretos apresentados são que "o município se encontra acima do limite prudencial", sendo assim, "não tem condições de reajustar os valores pagos a título de plantão" e de que pretende contratar plantonistas, através da cooperativa médica.
O sindicato avalia que essas propostas não atendem as reivindicações e entende como desprecarização do trabalho médico.
Devido a insatisfação da categoria com o não acordo, mais de 30 médicos, entre obstetras e pediatras, assinaram demissão coletiva.
O Sinmed acredita que as negociações devem continuar, porém entende que a prefeitura e a SMS de Parnamirim devem se preocupar mais com a situação dos médicos daquele município. Por este motivo, hoje deve ser analisado na assembleia este pedido de demissão coletiva e elaborado uma contraproposta para a prefeitura.
O Sinmed tem mediado no último mês uma série de reuniões entre a Secretaria de Saúde de Parnamirim e os médicos da região. Dentre os 10 pontos da pauta de reivindicações enviada ao Secretário Municipal de Parnamirim, Marciano Paisinho, no último dia 06/05, está o reajuste do plantão no valor de R$1000,00, realização de concurso público e melhoria da infraestrutura.
No ofício enviado pela SMS de Parnamirim ao Sinmed, no dia 20/05, os únicos fatos concretos apresentados são que "o município se encontra acima do limite prudencial", sendo assim, "não tem condições de reajustar os valores pagos a título de plantão" e de que pretende contratar plantonistas, através da cooperativa médica.
O sindicato avalia que essas propostas não atendem as reivindicações e entende como desprecarização do trabalho médico.
Devido a insatisfação da categoria com o não acordo, mais de 30 médicos, entre obstetras e pediatras, assinaram demissão coletiva.
O Sinmed acredita que as negociações devem continuar, porém entende que a prefeitura e a SMS de Parnamirim devem se preocupar mais com a situação dos médicos daquele município. Por este motivo, hoje deve ser analisado na assembleia este pedido de demissão coletiva e elaborado uma contraproposta para a prefeitura.
Fonte: Tribuna do Norte
sábado, 21 de maio de 2011
JIMED 2011 - Parabéns aos Craques da Bola -
Time Feminino: 8° período
Time Masculino: 7° período
Obrigado à todos aqueles que tornaram possível mais um momento de confraternização do curso de Medicina.
VALEU CAMPEÕES!
domingo, 15 de maio de 2011
Protocolo de Dengue
Principais Definições e Recomendações:
1. CASO SUSPEITOCaso suspeito de dengue clássico
Todo paciente que apresenta doença febril aguda com duração de até sete dias, acompanhada de pelo menos dois sintomas como cefaléia, dor retroorbitaria, mialgias, artralgias, prostração ou exantema, associados ou não a presença de hemorragias. Além de ter estado, nos últimos 15 dias, em área onde esteja ocorrendo transmissão de dengue ou tenha a presença de Aedes aegypti. Todo caso suspeito de dengue deve ser notificado à Vigilância Epidemiológica.
Caso suspeito de FHD
Todo caso suspeito de dengue clássico que apresente também manifestações hemorrágicas, variando desde prova do laço positiva até fenômenos mais graves, como hematêmese, melena e outros. A ocorrência de manifestações hemorrágicas, acrescidas de sinais e sintomas de choque cardiovascular (pulso arterial fino e rápido ou ausente, diminuição ou ausência de pressão arterial, pele fria e úmida, agitação), leva à suspeita de síndrome de choque.
2. CASO CONFIRMADO
Caso confirmado de dengue clássico
O caso confirmado laboratorialmente. No curso de uma epidemia, a confirmação pode ser feita através de critério clínico-epidemológico, exceto nos primeiros casos da área, que deverão ter confirmação laboratorial.
Caso confirmado de FHD
O caso em que todos os critérios abaixo estão presentes:
- febre ou história de febre recente, com duração de 7 dias ou menos;
- trombocitopenia (igual ou inferior a 100.000/mm3);
- manifestações hemorrágicas evidenciadas por um ou mais dos seguintes sinais:
-- prova do laço positiva, petéquias, equimoses ou púrpuras, sangramentos de mucosas, do trato gastrointestinal e outros;
- extravasamento de plasma, devido ao aumento de permeabilidade capilar, manifestado por:
-- hematócrito apresentando um aumento de 20% do valor basal (valor do hematócrito anterior à doença) ou valores superiores a: 45% em crianças, a 48% em mulheres e a 54% em homens; ou,
-- queda de hematócrito em 20%, após tratamento; ou,
-- presença de derrame pleural e/ou pericárdico, ascite e hipoproteinemia;
- confirmação laboratorial específica (sorologia ou isolamento).
Caso de dengue com complicações
Todo caso suspeito de dengue que apresente uma das situações abaixo:
- Caso suspeito de dengue que evolui para forma grave, mas não possui TODOS os critérios para ser encerrado como FHD; nessa situação, a presença de PELO MENOS UMA das alterações clínicas e/ou laboratoriais abaixo é suficiente para encerrar o caso como dengue com complicações:
-- alterações neurológicas;
-- disfunção cardiorespiratória;
-- insuficiência hepática;
-- hemorragia digestiva importante (volumosa);
-- derrame pleural, pericárdico e ascite;
-- plaquetopenia inferior a 20.000/mm3
-- leucometria igual ou inferior a 1 ml/mm3
- Caso suspeito de dengue que evolui para óbito, mas não possui TODOS os critérios para ser encerrado como FHD
Sinais de alarme na dengue:
a) Dor abdominal intensa e contínua;
b) Vômitos persistentes;
c) Hipotensão postural e/ou lipotímia;
d) Hepatomegalia dolorosa;
e) Hemorragias importantes (hematêmese e/ou melena);
f) Sonolência e/ou irritabilidade;
g) Diminuição da diurese;
h) Diminuição repentina da temperatura corpórea ou hipotermia;
i) Aumento repentino do hematócrito;
j) Queda abrupta de plaquetas;
k) Desconforto respiratório.
Fonte: CREMERN
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
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